Geografia

SUMÁRIO

 

CAPA

 

Folha de Rosto, i

Dedicatória, iii

Agradecimentos, v

Epígrafe, ix

 

 

Lista de Mapas, xiii

Lista de Croquis, xiii

Lista de Ilustrações, xiv

Lista de Figuras, xiv

Lista de Tabelas e Gráfico, xiv

 

 

Resumo, xv

Abstract, xvii

 

 

INTRODUÇÃO, 1

 

 

PARTE I

CAMPESINATO E LUTA DE CLASSE

 

1. A sociedade, o Estado e a Lei de Revisão Agrária, 23

1.1. A Guerra Fria e os movimentos sociais no Brasil na década de 50, 25

1.2. Conflitos sociais no campo em São Paulo na década de 50, 47

1.3. O Governo do Estado de São Paulo e a aprovação da Lei de Revisão Agrária, 103

1.4. A trajetória da Lei de Revisão Agrária como reflexo das contradições desta sociedade e a concepção dos projetos de assentamento, 155

 

 

PARTE II

REFORMA AGRÁRIA E REPRODUÇÃO CAMPONESA

 

2. O processo de expansão do capital no campo e as áreas destinadas à implantação da Lei de Revisão Agrária, 181

2.1. A apropriação privada das terras em São Paulo e as áreas destinadas à Lei de Revisão Agrária, 183

2.2. A migração camponesa e a (re)produção do capital no campo, 201

 

 

3. A reprodução camponesa versus a subordinação da renda camponesa ao capital: Bairro Reforma Agrária (Campinas) e Fazenda Santa Helena (Faz. do Estado – Marília), 209

3.1. O início da reprodução camponesa: Bairro Reforma Agrária – Campinas, 211

3.2. O início da subordinação da renda camponesa ao capital e a trajetória na terra: Fazenda Santa Helena (Faz. do Estado) - Marília e Bairro Reforma Agrária – Campinas, 239

3.3. A consciência do processo de subordinação e suas formas de superação: Bairro Reforma Agrária - Campinas, 271

3.4. O “se segurar na terra” e a (in)subordinação camponesa: Fazenda Santa Helena (Faz. do Estado) – Marília, 303

3.5. A reprodução camponesa na Fazenda Santa Helena (Fazenda do Estado) – Marília, 339

 

 

4. A reprodução camponesa versus a territorialização do capital: Bairro Reforma Agrária (Jaú), 359

4.1. Fartura e liberdade: o sonho da terra, 361

4.2. A territorialização do Capital: a cana cerca o sítio, 393

4.3. A Reprodução Camponesa: O sítio resiste à cana, 417

 

 

5. A resistência camponesa: Fazenda Jacilândia (Meridiano) e Fazenda Pirituba (Itapeva), 467

5.1. A migração e a busca da terra “sem patrão”: Fazenda Jacilândia, 469

5.2. Fazenda Jacilândia: grilagem e resistência, 509

5.3. A reprodução camponesa: sítios baianos no Oeste Paulista, 531

5.4. Fazenda Pirituba: grilagem e violência, 575

5.5. Fazenda Pirituba: luta pela terra e territorialização camponesa, 603

 

 

PARTE III

LUTA DE CLASSE E REFORMA AGRÁRIA

 

6. Campesinato, luta de classe e reforma agrária, 631

 

 

BIBLIOGRAFIA, 695

 

 

ICONOGRAFIA, 717

A. Bairro Reforma Agrária – Campinas

B. Fazenda Santa Helena (Faz. do Estado) – Marília

C. Bairro Reforma Agrária – Jaú

D. Fazenda Jacilândia – Meridiano

E. Fazenda Pirituba – Itapeva

 

 

ANEXOS, 819

Anexo I

Anexo II

Anexo III

Anexo IV